EXPEDIÇÃO A CHAPADA DOS VEADEIROS GOIAS - ALTO PARAÍSO, SÃO JORGE E CAVALCANTE

Sem rumo e sem roteiro, assim foi os nossos dias na Chapada dos Veadeiros-Goiás! Seis amigos em busca de viver intensamente cada dia. Partimos para Brasília e chegando lá só tínhamos certeza de algo, vai ser tudo improvisado depois de passar algumas horas no aeroporto conseguimos alugar um carro que coubesse todos pois éramos 6 e ficou difícil pra cacete alugar um carro grande, mas conseguimos alugar uma SPIN da Chevolet, pegamos a estrada por 3 horas chegando na chapada decidimos ficar em Alto Paraíso que por sinal estava lotado, camping, hostel, hotel e pousadas, já cansados alguém deu a idéia de procurar na saída de alto foi aew que encontramos uma pousadinha bem simples da D. Nenzinha que teve um papel importantíssimo na nossa viagem! E se fez presente em todas as nossas trilhas interpreta por nosso ator Denisson, rsrs... Boas risadas
Nos acomodamos na pousadinha e a D. Nenzinha ganhou a todos com seu "jeitinho mineiro" menos a Guto pois não tinha nem wifi e nem chuveiro quente, o que dificultou bastante o banho de todos pois a noite era entre 13 e 14 graus, para quem está acostumadíssimo com o calor de Sergipe 27 graus aew já viu frio da gota serena, kkkkkk! Bom conseguimos passar pelo chuveiro cubos de gelo e os meninos foram conhecer a noite de São Jorge que ficava á 36 km de Alto Paraíso ficaram todos iludidos com a galera Roots da cidade, e assim foi encerrado o 1° dia.





No 2° dia novamente sem roteiro decidimos de última hora conhecer a Cachoeira das Loquinhas, (fotos acima em ordem) pegamos a estrada e fomos com a cara e a coragem de explorar o lugar! No caminho vimos uma mãe e duas filhotas lindas indo pelo mesmo caminho paramos e perguntamos, quer carona?! A resposta foi não, já que tinha 4 barbudos e 2 mocitas atrás então continuamos com o nosso roteiro improvisado, chegando pagamos uma taxa e depois que pagamos o carinha vem avisar que a cachoeira estava seca! Carinha F$&@D@P;!?$ mais fomos mesmo assim, a Cachoeira Loquinhas tem várias quedas e as águas são perfeitas bem cristalinas, os peixinhos (Denisson, Francley, Guto, e Wagner) mergulharam com tudo! Na volta a mãe e as filhas pediram carona , já que a estrada era bem punk! A mãe as filhas era de São Paulo e estavam também explorando o lugar!;) partimos para a segunda cachoeira do dia Anjos e Arcanjos, conhecemos um Suíço que tomava conta do lugar nos recebeu com toda alegria e receptividade, as cachoeiras são lindas e perfeitas na volta o Suíço fez um suco de limão com melaço, humm.. Tava bom demais, eu queria trazer um vaso de 2 L Guto até aprovou a ideia mais nos contentamos com água mesmo kkkkkkk!;) Fomos à 4° cachoeira do dia dos Cristais onde chegamos à 10 minutos para fechar o local onde todos só queriam tirar fotos nas quedas mais quem resistiu??? Ninguém os peixinhos mergulharam sem pensar. A noite era de São Jorge, nos misturar com a galera Roots, fomos comer um espetinho e lá conhecemos a Laila menina do sorriso de lua, tocava um cavaquinho perfeitamente fomos se encostando até participar da rodinha e todos que ali passavam também participava, desejamos tanto um violão para participar mais que de repente aparece um tal chamado Godói da banda Rupestre (banda referência em Brasilia) não tirei minha selfie com o cara, puts' grilo  kkk! Bom a noite foi curta para o cavaquinho, o violão, o rep. do galego, e a fumaça da galera Roots! 




3° dia decidimos conhecer a Cachoeira Santa Bárbara, partimos para Cavalcante 91km de Alto lá precisamos de um guia e conhecemos o João que contou todas a histórias do lugar e que respondeu todas minhas perguntas que não eram poucas! Rsrs
Conhecemos também um casal de Brasília o Pedro e Ana que foram para Cavalcante atrás de um muro branco, esses sim estavam perdidos, muro branco da peste assim diz Pedro kkkkkkkk! Pegamos a trilha e fomos a cachoeira Santa Bárbara é a mais linda de todas que já vi nessa vida, sem palavras para descrever quanta beleza e perfeição! Conhecemos também a Cachoeira Capivara sensacional!;) pegamos a estrada para a terceira cachoeira do dia poço encantado como já diz o nome encantador. A noite era de São Jorge, galera Roots camping Taiuá espetacular com muita musica boa.




No 4° dia conhecemos a Cachoeira Almécegas l e ll, Cachoeira São Bento, sem esquecer do Vale da Lua que emocionou nossa amiga Roberta ao banhar-se em suas águas cristalinas, em seguida pegamos uma trilha cabulosa para conhecer a Cachoeira Lajeado e de lá sem querer querendo, encontramos uma tribo indígena onde Roberta pediu um selfie com um índio, índio fala s-e-l-f-i-e o que é ????? Índio não gosta de S-e-l-f-i-e kkkkk ! E também tenho que citar dos parentes de beta, tem parentes no quatro cantos do Brasil rsrs! Bom adoramos conhecer a tribo, onde fiz verdadeiro o meu nome, muito amor pelos índios *.* final da noite fomos parar nas águas termais, Ah! As águas termais quentinha tinha até fumaça que saia das águas e quem estava lá bem intende dessa água com fumaça boas risadas kkkkkkkkkkk! Fizemos mais amizades com a Bruna o Marcelo e o Marcos o cara do esquecimento,as horas foram passando e quem queria sair da água?? Ninguém, frio do raio, e ainda molhados fomos para São Jorge ver a galera Roots fogo nas cuecas e nas caçolas pois estávamos todos molhados e mesmo assim ficamos no frio para curtir a noite de São Jorge que não tem explicação, perfeita noite perfeito São Jorge ! 





No 5 dia fomos conhecer o Parque da Chapada lá conhecemos um guia chamado Zico, tadinho vai se aposentar depois que pegou a Bagaça de Aju fizemos 2 roteiros em menos de um dia completo, detalhe se faz esse roteiro em dois dias , depois dessa em Zico nunca mais! Kkkkkk lá no parque fomos Cachoeira Salto 120m e Salto 80m, Cânion ll, Corredeiras, Carioquinhas, não posso deixar de citar a galera é madeiral fogueiral, barra 10 ou ( mangueiral, fluvial, barra 10) kkkkkkkkk' Ah sim na volta do parque pegamos o por do sol no mirante do abismo, o céu mais lindos de todos sem explicação para descrever a beleza do céus em 3D .
os dias foram incríveis galera. CHAMEGAAAAAAAAA
Ah sim tem o seu Waldomiro e sua Matula e seus licores saborosos, eixta almoço bom sóh! Sim das Coisas da Drica também com seu creme de cupuaçu e torta de chocolate sabor nunca comi igual;) e da festa mais badalada o Krants ou pode ser, o Cranco! Cranco dos infernos galera zumbi kkkkk! E não posso deixar de dizer Jorginho que você não esteve presente mais foi levado por todas as trilhas, Guto que o diga! Kkkkk intérprete / borá jorginho! e tenho que citar da frase amaldiçoada que era dada por Guto (chupa Estevan) frase do cão.kkkkkk:/ e nas nossas trilhas diálogo foi o que não faltou de D. Nenzinha e participação especial J.L./ Boas risadas! Índia pergunta para D. Nenzinha, a senhora veio morar aqui em alto mocinha??! Não minha fiah eu já conhecia do bom! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk palmas para D. Nenzinha e Jorginho vocês são, madeiral fogueiral barra 10 
Bom enfim voltamos infelizmente, mais satisfeitos com os dias realizados na chapada, galera show! Até a próxima
CHAMEGAAAAA! Rsrs  - Índia Moura







CHAPADA DOS VEADEIROS - GOIÁS - PRÓXIMO DESTINO DOS AVENTUREIROS


Localizada a 2 horas e meia ao norte de Brasília, a Chapada dos Veadeiros abriga rios cristalinos, cachoeiras de mais de 100 metros, trilhas e paredões de pedra rompendo pelo Cerrado de três localidades: Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante e a vila de São Jorge, onde está a entrada para o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, declarado Patrimônio Mundial pela Unesco em 2001. Para chegar às atrações, visitantes precisam estar dispostos a caminhar: as trilhas têm trechos íngremes e pedregosos (em algumas delas é necessária a presença de guia). Como recompensa pelo esforço, quase todos os percursos terminam em poços limpos, na base de quedas-d’água ou no meio de formações rochosas. Em Alto do Paraíso, ecoturistas enchem a cidade sobretudo em julho, em busca das trilhas que levam a incontáveis cachoeiras. Mas o lugar também atrai outro perfil de visitante: os interessados em assuntos místicos. A presença de minas de cristais nas redondezas e o fato de que a região está na mesma latitude de Machu Picchu (as duas são atravessadas pelo Paralelo 14) ajudam a convencer muita gente de que Alto Paraíso tem uma energia especial. Distrito de Alto Paraíso, São Jorge é uma pequena vila de casas coloridas e ruas de terra. O ponto positivo do local é a facilidade de acesso ao Parque Nacional: a entrada fica em São Jorge. Quem fica em Cavalcante, cidade que contém mais da metade da Chapada dos Veadeiros, se diverte com atrações escondidas em propriedades particulares das cercanias.

ONDE FICAR - Há hospedagens localizadas na zona rural, isoladas e próximas das atrações naturais. Em São Jorge, pousadinhas atraem casais e famílias pela localização – na entrada do parque nacional – e pela estrutura lojinhas de artesanato, bares e restaurantes no centrinho. Em Alto Paraíso, a Pousada Maya tem decoração charmosa com luminárias coloridas, bandeirinhas de pano e outros objetos artesanais, acomodações amplas com enxoval de primeira. Já a Pousada Fazenda São Bento organiza caminhadas e cavalgadas pela gigantesca área verde, cortada por trilhas que levam a três belas cachoeiras: de São Bento e Almécegas I e II. A Pousada Casa das Flores, em São Jorge, tem quartos confortáveis, e reúne na área externa piscina, restaurante e um cantinho com vitrola e discos antigos. A cinco minutos de carro do Parque Nacional, a Bágua Pousada tem chalés espalhados por área verde, todos com camas king, lareira, frigobar, hidro na varanda e ótimas duchas. Na Pousada Vale das Araras, em Cavalcante, a ideia é mesmo relaxar: chalés com camas enormes, boa ducha com aquecimento solar, varanda com rede e nenhuma TV. A Pousada Fazenda Veredas tem quartos rústicos, que dão vista para um paredão rochoso. Há sete cachoeiras espalhadas pelo terreno da pousada – as quedas variam de 20 a 80 metros.

ONDE COMER - Em algumas partes do país, a palavra “matula” é sinônimo de marmita. Em Goiás, tem um significado mais interessante: trata-se de um tutu feito de feijão-branco ou mulatinho, engrossado com farinha de mandioca. Muito cremosa, a mistura ganha pimenta-verde e alho, além de pedaços de linguiça, carne de lata (curada em banha de porco) e carne de sol – e tudo é apresentado sobre uma folha de bananeira. Quem serve? O Rancho do Waldomiro, na estrada que leva São Jorge. Em Alto Paraíso, o Cravo & Canela serve caldados, chapati (pão indiano) e lanches vegetarianos. A Cervejaria Aracê, em Cavalcante, serve petiscos chilenos e cerveja de fabricação própria.

COMO CHEGAR - O aeroporto mais próximo da Chapada dos Veadeiros é o de Brasília. Da capital federal, siga de carro ou ônibus para Alto do Paraíso, a 250 quilômetros, no acesso para a BR 020. Prossiga pela GO-118, rodovia que leva a Alto Paraíso e que passa por São Gabriel e São João D'Aliança.

COMO CIRCULAR - De Alto Paraíso de Goiás a Cavalcante são 82 quilômetros pelas asfaltadas GO-118 e GO-241 - mas para conhecer as cachoeiras e mirantes do entorno, ainda roda-se bastante por estradas de terra. De Alto Paraíso pra São Jorge são 22 quilômetros asfaltados e 14 quilômetros de terra pela GO-239.

SUGESTÕES DE ROTEIROS - 3 dias – Para conhecer as impressionantes formações rochosas do Cânion 2 do Rio Preto é preciso estar disposto a caminhar: são 5,2 quilômetros de trilha, só de ida. A poucos metros da saída está a Cachoeira das Cariocas, com várias cascatas, dois poços para banho e uma prainha de areia branca. O Vale da Lua, alcançado por trilha fácil, alterna tons de cinza na superfície e, esculpido por um rio durante 600 milhões de anos, ganhou aparência semelhante à das crateras lunares. Depois de visitar o Salto do Rio Preto (e enfrentar uma trilha de 10 quilômetros), a Cachoeira do Garimpão tem poço bom para banho. 5 dias – É imperdível conhecer as Cataratas de Couro, com trilhas que levam a diversas cachoeiras do conjunto de quedas do Rio dos Couros. Duas cachoeiras de fácil acesso são a De São Bento, a 300 metros da sede da Pousada Fazenda São Bento, com deque de madeira sobre uma piscina natural rasa, boa para crianças; e a Poço Encantado, que lota no fim de semana. Na queda de 40 metros de altura, há um bom poço para banho e uma prainha, ideal para tomar sol. O Voo do Gavião, tirolesa com descida de 850 metros, liga a Serra Almécegas ao Mirante da Fazenda São Bento. Do alto, a vista para as montanhas da região é incrível. 7 dias – A trilha do Vale do Rio Macaquinho tem só quatro quilômetros de ida e volta, mas pode render um dia inteiro de passeio, tamanha a quantidade de quedas e piscinas naturais. Dois pontos imperdíveis são o cânion da Pedra Furada, a 700 metros da Fazenda Santuário das Pedras, e a impressionante Cachoeira do Encontro, no fim da trilha. A Cachoeira do Segredo passa por paisagens do Cerrado e cruza os rios Segredo e São Miguel várias vezes. Guarde fôlego para a piscina natural com poço cheio de peixes e uma prainha. Em Cavalcante, visite a Cachoeira do Prata: ao longo de 2 quilômetros do Rio da Prata, há uma sequência de quatro quedas, a maior com 20 metros, com poços ótimos para banho. Outra trilha leva à Cachoeira Rei do Prata, uma das mais bonitas da região – vale a pena conhecer as duas em dias diferentes. Em um dos núcleos da comunidade Kalunga, a partir de uma trilha de terra que pode ser percorrida a pé ou de carro, está a Cachoeira de Santa Bárbara, que forma poço de água cristalina, ótimo para mergulho. Outra trilha, a partir da mesma comunidade, leva a Cachoeira Capivara, com bom poço para banho.

QUANDO IR - O ano todo. No período de estiagem, de abril a setembro, o volume de água nas cachoeiras diminui. Maio é a época mais florida e julho, a mais movimentada. Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-go-chapada-dos-veadeiros



ITACARÉ "UMA VIAGEM FANTÁSTICA"

Itchacarai - Costumo dizer que viajar deveria ser um item defendido na Constituição Federal, especificamente no artigo 5°, onde constam os direitos e deveres individuais. Mentira. Num digo nada. Ou melhor, nada com nada! Só acho é graça e vivo a encher a paciência do outro ou outros (porque o bom da vida é viver em grupo). Entre um clic aqui e ali no facebook, visualizo uma publicação com informações sobre uma excursão a Itacaré-Ba. Era Estêvan (um dos bagaçadinhos) anunciando a viagem. Estêvan? Sim! O menino de marketing pessoal forte e arrematador de fãs no mundo virtual. Falei virtual, já que no real as meninas eram só reclamações quanto à estatura e músculos. E o melhor, o instrutor dele, Matheus (fininho não, todo) estaria pela viagem para receber as queixas. Ui. Eu vou! A data? Feriadinho mixuruca (semana santa somada à folga de Tiradentes). Bom hein? Delícia de vida, quatro dias para se aventurar, azucrinar o outro, descobrir, respirar praias e risadas. E lá vou eu, como todos os outros, reservar vaga, no meu caso, vagas. Amanda, minha irmã, comemoraria a formatura em publicidade com a viagem. Ouro! Agora era lascar o cofre, chamar por mãe na hora do aperto e acelerar o relógio. Logo arrumei um calendário e tomei a marcar xis. Menos um dia... Menos outro. E essa euforia sem nem imaginar o quão valiosa seria essa viagem. Até... Até ser criado o grupo no zap zap com a galera e ter uma maluca muito doida postadora de fotos de uma outra viagem dela a nosso destino. Para que? Pra ficar flambando na nossa cara e nos deixar com mais vontade. Falei beijinho no ombro hein Say? Para minha alegria encontro entre os contatos ela, Kelly (com quem já trabalhei). Nesse instante meu sexto sentido apitou. Se baixa o espírito técnico dela, vai ser Froyd tomando banho de jeans... Haja classificação dos matos. Agora vou parar com esse papo arrumadinho e seguir logo ao que interessa: Itacaré-Ba. Quinta-feira (17/04/14): Às 21h todos pelas imediações do Teatro Tobias Barreto. Logo que desço do táxi, ele, Tiago/Titi, o bagaçado gigante e dono de uma magreza legítima. Cumprimentei com toda sinceridade sobre o que tinha acabado de constatar e segui para o ônibus a fim de despachar as malas. Acomodada em uma das poltronas localizadas ao meio do busu, me senti uma divisora de águas. À frente o pessoal mais comedido, querendo, literalmente descansar, ao fundo... O misere! Ô povo despirocado, da cana, do mé! E lá fomos nós enfrentar cerca de onze horas de estrada, desconforto para lombar e Lilian a encher a cara e os nossos ouvidos. A nega bebeu tanto que contou a história dela para quase metade do pessoal. Inclusive a Nathalie (de Bruno), que se mostrou indignada com o desprendimento dela ao contar as próprias proezas na vida privada. Pensem na barriação? Nath é honesta! Não confundam com bocuda. Só porque ela confidenciou que Bruninho é um perna-de-pau e pensa que joga muito. Não mais que umas quatro ou três horas depois de iniciarmos a empreitada já era possível ouvir o silencio. Aos poucos todos foram deixando metade da ansiedade de lado para serem tomados pelo cansaço e sono. Alguns vencidos pela maratona de trabalho, outros pelo álcool, outros pelos Dramins da vida e mais alguns porque são bons de cama, poltrona mesmo. Isso sem apontar o número de paradas regadas a entra e sai do pessoal para alongar o esqueleto, limpar a baba e as remelas, prestigiar os banheiros das rodoviárias, abocanhar uns frescos salgadinhos ou bolos e publicar essa ou aquela fotita no Instagram ou fazer o check-in no face. E o dia? Raiou... Sexta-feira (18/04/14): Início da manhã. Tranquilidade. Muita fome na chegada. E um São Pedro querendo zoar ao mandar uma chuva sacana, só para trolar e nos deixar com caras emburradas. Enfim saltemos em Itacaré! Pelo hotel e de posse da chave rumamos ao quarto e para minha surpresa encontro à porta dele: Ela, Lilian (chorei e ri)! Compondo ainda o time do quarto seis (que era o último, vai entender a ordem), nossa Kelly Tec. Mal sabia que se tornaria a futura paquera do guia Black Jack, rapaz nada excitante, de traje de banho inapropriado para conquistas (cuequinha escrota). Fechando o pacote, uma pequenininha cheia de caras e bocas, Fabi a admiradora nada secreta de Maurício, a formiguinha atômica. Timaço completo, hora de se aprontar para o primeiro passeio. Pena que nossa GM, Gabi, não pode ir. A mistureba de álcool não bateu legal e não deu outra: ela perdeu o primeiro momento dos meninos sensualizando de sunguinha. E já de cara rolou discussão sobre a flora local na mini trilha entre a cachoeira de Tijuípe e a cachoeirinha. Bastou a moça aqui falar que dava sorte, com os rapazes amados, as moçoilas que tocassem numa florzinha roxa para que Nataly Júnior firulasse possibilidades mil para com as encalhadas. Traduzindo a loucura: ao final todos queriam dar cabo à coitada da flor. Ah, o banho de cachoeira. Frio da desgraça e corpos para todos os gostos lançados entre as pedras (para delírio do salva-vidas gorducho). Klauss e eu até cogitamos que o mesmo devia se tratar do dono da propriedade e estava ali apenas para saborear ‘visualmente’ as carnes femininas. E eu até podia ouvir: ‘Sabem de nada inocentes!’. Estripulia e felicitações a JP e Amanda (as criaturas aniversariaram no mesmo dia), de volta ao Hostel Itacaré. Uma turma desceu para o bar Favela. Rará. No Favelinha também teve fofocagem da cabeluda. De garçom tomando a cerva dos meninos, filósofo ala ‘cumpade’ Washington fumegando no ouvidinho de Ray à misteriosa menina de roxo (Luciana, uma eternidade para descobrir o nome dela) recebendo cantadinha ‘dum cabra’ casado. Como diria vovó, só conto porque me contaram. Fabi. Naty. Não me deixem passar por mentirosa. Ou era segredo? A outra turma foi bater pernoca nas ruelas de Ita, já a sobra se entregou ao ‘conforte’ e ‘maciez’ dos lençóis e colchões de suas camas. Ah! E ao ar condicionado também, já que a noite os avisos de taxas extras (cobrando até pela nossa sombra) perdiam seu valor. Né Dani? Pobre Dani (não, louquinha mesmo!), que como eu, se revoltou com os insultuosos avisos colados pelos quartos a informar que não deviam ser destruídos. Se soubessem hein Dani? Do nosso desejo maléfico de lançar ao balcão os tais dois reais, picotar os avisinhos e depois sapatiarmos no meio do corredor. Aposto que a bonita da Dona Redonda não ousaria nos desafiar. Sábado (19/04/14): Na programação proposta continha conhecer quatro praias (Engenhoca, Havaizinho, Camboinha e Itacarezinho). E lá se foi a cambada depois do café da manhã, vale enfatizar, sem ovos! Thadeu estava inconsolável com a falta deles, a revolta era tamanha que para compensar a ausência dos ovinhos, Tatá rumava à padaria ao lado e tome a comer ovos com jacó. E Índia? Bichinha, toda preocupada com a ‘chefa’ mala que não sabia da sua folga. Para quem entraria às 11h só por meio de um tele transporte para desfazer a confusão com as datas. Ela se confundiu tá ‘chefa’? Além de fotografa, boa de nó! Wagner sabe bem do que estou falando. Dormiu em que cama mesmo da sexta para o sábado? Opa! Já ia esquecendo de falar do nosso guia afro originals, Jeff, o negão da mão boba e ligeira. É. Tavam pensando o que? Aquele lance de acudir as menininhas no percurso das trilhas era caso pensado. Vá! Aquelas cordinhas estrategicamente posicionadas? Hã! Mô fio, o negócio era aproveitar do corpinho suado das turistinhas, deslizar as mãozonas pelas curvas das sergipanas. Obstáculos vencidos. Peitos e coxas ralhados pelas mãos de Jeff, só lembranças bacanas... Praias deli-delis para banho, cantoria, futebolzin e sol. Caminhadas de prima até a canelite chegar junto (dorzinha nos cambitos) e uma de volta fora do eixo ao ônibus, de lascar o cano. Puta que pariu! BR, rodovia, sei lá, descemos ladeira/serra e o grau de insatisfação era nítido, se não fosse aquele jeito fofis de Titi, não sei o que seria dele. Um picadinho quem sabe? Devidamente utilizando as dependências do albergue, os mais animados logo descobriram um ‘arrocha do kolene’ no alto de um moro e não demorou muito para baterem por lá. Decepção! Povo feio, a nos chamar de gringos, tudo de cabelinho afogado no creminho. Meia volta! Para geral restou o Favela. Aos outros o sono dos guerreiros. Domingo (20/04/14): Bora galera! O rafting tão esperado ia rolar e quem estivesse a postos logo seguiria na primeira remessa. E a aventura começou com um trajeto de estrada de chão até o povoado Taboquinha e foi preciso glúteo, bunda. Aramaria quanto buraco! Coisa de uma hora chegamos. Coletes e capacetes em uso, levantar o bote, largar no rio e receber instruções. Ai que alegria gente! Eu adoro! Eu me amarro! Pena que o meu bote não virou, embora pudéssemos curtir a turma do bote de trás tomando aquele caldo. E que caldo em Bruna? De meter medo! ‘De ver a morte de pertinho!’. O fotógrafo! Para os íntimos, o Senhor Ok. Fazedor de meninos, muitos meninos, tadinho. Não podia negociar descontos, ainda que seu material não tivesse toda ‘aquela’ qualidade by Tatá. O jeito foi pegar os registros/recordações e tentar salva-los. O passeio. Passeio maneiro tem que ter surpresinha: Tirolesa com direito a coleguinha querendo saltar sem os itens de segurança. Wander! Nosso Polentinha (nehm nhem nehm...). Não cheguei a contabilizar, mas ele deve ter nos narrado a história de amor dele com o INSS uma centena de vezes. E quem disse que o domingão tinha findado? SUP meus brothers! Claro que a ideia surgiu depois de invejarmos os noivinhos (Phillipe e Nadjane). Stand-up de leve para exibir meu sinalizador (biquininho laranja, discreto) e aprovar o pôr-do-sol. Noite? Livre novamente e com ela um luau com o nosso cantor particular Klauss, que quase nos fez passar vergonha de tanto cansaço. Mas Manu não deixou barato, encenou a possível cena de pagação a ser aplicada à falsa cantorinha (acompanhada de bailarinos) que se meteu à besta e sussurrou querer soltar a voz de gralha, e por não perceber nosso interesse puxou a burra. Oh luau? Enchi o caneco, vi outros encherem a cara e todos felizes com seus porres e más intenções. Teve até iena no mar. Ou Ione? Ray? Dan? Muito qui qui qui e cá cá cá. Falar que nem Aline: Só os fortes entenderão! Ali, sentadinhos, nas espreguiçadeiras de um hotel que margeava a praia, o cansaço explícito, estampado em nossos rostos não era nada diante do sentimento de saudade que já brotava em nossos olhos. Ninguém queria voltar à realidade. A turma se entendeu, se quis perto e soube aproveitar bem. Já passava das quatro da manhã quando todos de fato seguiram para seus quartos e agarram-se aos travesseiros. Segunda-feira (21/04/14): Liberdade. Liberdade! Cada um que cuidasse do seu tempo, comprasse mimos, aproveitassem o restinho de Ita, arrumassem a ‘mocofagem’ e engolisse o choro. Era hora de dar adeus ao nosso sonho. Às 15h adentramos o ônibus para cumprir a jornada de volta. Muito mais calma. Pessoas arriadas em suas poltronas, paisagens a se despedirem e um motorista cheio de flatulências. E não afirmem o contrário! Tinha alguém estragado por dentro e largando o gás. E outra, cabe muito bem acusar o motor, já que ele ao sair de Aracaju, foi desatencioso com nossos meninos e os chamou de Bagaceiras (risos). Aline! Companheira de quarto da fofa Íris, não parou um segundo de pedir que as fotos em que ela estivesse, mais ou menos umas mil, fossem publicadas no face. Oh mulher que gosta de foto! Bexiga! Enjoo do cabrunco. Íris, Íris, Íris de arco-íris. Tão meiga. Acho que faltou apenas um biquíni mais... Estilo sinalizador, que valorizasse o produto. Tirando ela e Amanda (que não gosta de água) que estavam muito cobertas, peço uma salva de palmas para as gatas e seus fios dentais e cordões cheirosos. Os boys eram só agradecimentos. Xô me calar para elas não convocarem Bella e eu me estrepar com um processo. Ficar produzindo provas não dá! Mas que um pano menorzinho, uma tira, ficaria bem. Ficaria. Não posso negar. E Amandinha fazer as pazes com a água não faria nenhum mal. O retorno contou com mais horas que o esperado, se bem que ao final de feriado não se pode exigir muito. Capotamos. Apagamos. Íamos sendo levados aos nossos lares. Terça-feira (22/04/14): Mais ou menos três da madruga, batemos ali a casa das doze horas, e Aju a nos receber de volta, com os corações partidos pela distância de nosso novo amor, mas satisfeitos por estar em nossa terrinha. Como um caminhão de entrega de produtos a domicílio fomos sendo distribuídos por entre nossos endereços e mediações até a parada final. Sem despedidas, com acenos murchos de ‘tchaus’, na tentativa de burlar qualquer tristezinha. Nada de choro! Espertos. Logo armamos um jeito de nos ver. Bolamos um encontro. Ressaca, esquema, local com dormida e a saudade de Itacaré a nos guiar. Porque ao final o que importa de verdade é o jeito de seguir adiante. Andreza Mota 30/04/2014

PEDRA DA ARARA, VALE A PENA CONHECER!!!



O bate-volta na Pedra da Arara Macambira foi muito legal e também cheio de contra-tempos, afinal sem aventura não tem graça nenhuma concordam?
Uma trilha muito eletrizante onde podemos contar com a presença de 20 motoqueiros com motos de diversas cilindradas. O passeio como sempre deixou todos encantados com as belezas naturais da nossa terra, todos puderam admirar o grande paredão rochoso chamado Pedra da Arara, que em alguns pontos chega a ter 150 metros de altura, ótimo para prática de rappel.
O clima estava ótimo e propício para banho, considerado pelo grupo um dos melhores momentos do passeio. Alguns contra-tempos marcaram a nossa viagem, dessa vez 3 motos dos colegas tiveram seus pneus furados isso atrasou um pouco a volta, mas nada que comprometesse o passeio, todos aprovaram a trilha e firmaram compromisso para outros eventos do Grupo Econativus.
Venha você também fazer parte dessa aventura.

Grande Abraço

Wagner Guimarães - Grupo ECONATIVUS


CACHOEIRA DO SABOEIRO, BELEZA ESCONDIDA


Mais uma vez a trilha entre amigos da cidade de Lagarto aconteceu na maior normalidade, assim o grupo Econativus acompanhado dos guias locais Humberto e Marcos percorreram a estrada que dá acesso ao Povoado Saboeiro no município de Lagarto, foi mais que emocionante visitar a bela cachoeira, dessa vez levamos um grupo forma
do por 13 motos e 1 carro para o banho de Cachoeira do Saboeiro e do Rio Vaza Barris, esses fizeram diferença.
O passeio dessa vez contou com uma novidade, foi um delicioso churrasco embaixo de uma grande árvore feito por nossos amigos da região, a galera se esbaldou na brincadeira.
Quem perdeu a aventura dessa vez, não se entristeça logo acontecerá outra.

Grande abraço

Wagner Guimarães - Grupo Econativus



TRILHA SERRA DE ITABAIANA TURMA DE BIOLOGIA DA UNIT



A trilha com os alunos do curso de biologia da Universidade Tiradentes foi realmente um sucesso, os alunos ficaram encantados com a beleza da belíssima Serra de Itabaiana, e não perderam tempo, logo tiram várias fotos para intensificarem seus estudos, aproveitaram o momento para entrar em contato com a natureza e se banharem nas águas geladas do Poço Encantado também conhecido como "Caldeirão".

O grupo Econativus mais uma vez agradece a participação de todos que curtiram esta aventura e coloca-se a disposição para novas trilhas.

Um forte abraço

Wagner Guimarães - Grupo Econativus

ÉTICA NO USO DA ÁGUA

A água é um recurso natural de valor inestimável. Mais que um insumo indispensável à produção e um recurso estratégico para o desenvolvimento econômico, ela é vital para a manutenção dos ciclos biológicos, geológicos e químicos que mantêm em equilíbrio os ecossistemas. É, ainda, uma referência cultural e um bem social indispensável à adequada qualidade de vida da população.

A conservação da quantidade e da qualidade da água depende das condições naturais e antrópicas das bacias hidrográficas, onde ela se origina, circula, percola ou fica estocada, fora de lagos naturais ou reservatórios artificiais.

Isso porque, ao mesmo tempo em que os rios, riachos e córregos alimentam uma determinada represa, por exemplo, eles também podem trazer toda a sorte de detritos e materiais poluentes que tenham sido despejados diretamente neles ou no solo por onde passaram.

Recentemente muito se tem falado a respeito da "crise da água", e especula-se sobre a possibilidade da escassez deste recurso vital se tornar motivo de guerras entre países. É preciso haver consciência de que, exceto no caso de regiões do planeta emque há uma limitação natural da quantidade de água doce disponível, na maioria dos países o problema não é a quantidade, mas sim a qualidade desse recurso, cada vez pior devido ao mau uso e à sua gestão inadequada.

Segundo o pesquisador Aldo Rebouças, professor titular do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, USP, uma análise comparativa entre a disponibilidade hídrica e a demanda da população no Brasil mostra que o nível de utilização da água disponível em 1991 era de apenas 0,71%.

Mesmo para os estados mais populosos e desenvolvidos, como São Paulo e Rio de Janeiro, este índice também era muito confortável, estando por volta de 10%.Ou seja, a questão que se coloca diante de nós não é a disponibilidade ou falta de água, mas sim as formas de sua utilização que estão levando a uma acelerada perda de qualidade, em especial nas regiões intensamente urbanizadas ou industrializadas.

O pesquisador afirma que "o que mais falta no Brasil não é água, mas determinado padrão cultural que agregue ética e melhore a eficiência de desempenho político dos governos, da sociedade organizada lato sensu, das ações públicas e privadas, promotoras do desenvolvimento econômico em geral e da sua água doce, em particular".

A região metropolitana de São Paulo é um caso exemplar de má gestão dos recursos hídricos. Água há. Basta verificar, em qualquer mapa da cidade, os rios de bom tamanho como o Tietê e Pinheiros e mais de uma centena de rios menores e córregos correndo por toda a região.

Há, ainda, várias represas de grande porte como a Guarapiranga e a Billings e vastas áreas de mananciais que praticamente envolvem toda a metrópole. É, sem dúvida, uma região naturalmente bem servida de água. Mas a falta de planejamento e de responsabilidade tem provocado a contaminação dos rios, córregos e represas e a ocupação desordenada das regiões de mananciais.

Um estudo desenvolvido pelo Instituto Socioambiental, em parceria com diversas outras organizações não governamentais, mostrou que entre os anos de 1989 e 1996 a bacia do Guarapiranga perdeu 15% de sua cobertura vegetal, enquanto que o crescimento urbano foi da ordem de 50%.

Pior: mais de 60% da ocupação urbana registrada ocorreu em áreas que possuem sérias ou severas restrições ambientais. São encostas íngremes, regiões de aluvião ou várzea. Apenas 8,9% da mancha urbana se deu em áreas favoráveis. Os movimentos de terra, tais como abertura de estradas e terraplanagem, figuram no topo das ocorrências irregulares, respondendo por 21% dos 1 497 registros.

Para superar essa situação, é necessário substituir o modelo tecnocrata e utilitarista que imperou até hoje na gestão dos recursos hídricos no Brasil. Um modelo que ignora que a água de boa qualidade é um recurso finito e que prioriza certos usos, como geração de energia, saneamento e transporte, em detrimento de outros como abastecimento.


Fonte: Banas Ambiental - João Paulo Ribeiro Capobianco , biólogo, é coordenador de Programas do Instituto Socioambiental, especialista em Educação Ambiental pela Universidade de Brasília e doutorando em Agricultura e Meio Ambiente pela Universidade Estadual de Campinas, Unicamp/SP.


Os dez mandamentos para economizar água

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Evite o desperdício, seguindo os dez mandamentos.

1.No banho: Se molhe, feche o chuveiro, se ensaboe e depois abra para enxaguar. Não fique com o chuveiro aberto. O consumo cairá de 180 para 48 litros.

2. Ao escovar os dentes: escove os dentes e enxágüe a boca com a água do copo. Assim você economiza 3 litros de água.

3. Na descarga: Verifique se a válvula não está com defeito, aperte-a uma única vez e não jogue lixo e restos de comida no vaso sanitário.

4. Na torneira: Uma torneira aberta gasta de 12 a 20 litros/minuto. Pingando, 46 litros/dia. Isto significa, 1.380 litros por mês. Feche bem as torneiras.

5. Vazamentos: Um buraco de 2 milímetros no encanamento desperdiça cerca de 3 caixas d’água de mil litros.

6. Na caixa d’água: Não a deixe transbordar e mantenha-a tampada.

7. Na lavagem de louças: Lavar louças com a torneira aberta, o tempo todo, desperdiça até 105 litros. Ensaboe a louça com a torneira fechada e depois enxágüe tudo de uma vez. Na máquina de lavar são gastos 40 litros. Utilize-a somente quando estiver cheio.

8. Regar jardins e plantas: No inverno, a rega pode ser feita dia sim, dia não, pela manhã ou à noite. Use mangueira com esguicho-revólver ou regador.

9. Lavar carro: Com uma mangueira gasta 600 litros de água. Só lave o carro uma vez por mês, com balde de 10 litros, para ensaboar e enxaguar. Para isso, use a água da sobra da máquina lavar roupa.

10. Na limpeza de quintal e calçada USE VASSOURA - Se precisar utilize a água que sai do enxágüe da máquina de lavar.